• Geofísica
  • Geologia-Geotecnia
  • Ensaios
  • Mineração
  • Meio Ambiente
  • Topografia/Batimetria
  • Serviços Especiais
ELETREORRESISTIVIDADE
As técnicas de investigação do solo/subsolo pelo método da eletrorresistividade baseiam-se na leitura da variação dos valores de resistividade do terreno.
O método da eletrorresistividade pode fazer uso de duas técnicas de aquisição de dados.
A técnica da Sondagem Elétrica (SEV ou SEVEME) é utilizada para mapear descontinuidades verticais, sendo os resultados apresentados na forma de curvas (resistividade aparente x distância).
A técnica do caminhamento elétrico ou imageamento (CE ou IE) é utilizada para mapear descontinuidades horizontais, sendo os resultados geralmente apresentados na forma de plantas e perfis.
1 2 3 4 5 6 7
ELETROMAGNÉTICO
A técnica de investigação por métodos eletromagnéticos baseiam-se na leitura da condutividade do terreno através da leitura de uma ou mais componentes induzidas do campo magnético ou elétrico na superfície.
A técnica do caminhamento eletromagnético é utilizada na construção de perfis de variação da condutividade aparente do terreno em função da distância, com o objetivo de identificar descontinuidades horizontais e verticais na área de estudo.
Este método é muito aplicado em casos de estudos ambientais, e os resultados são apresentados na forma de gráficos e/ou em plantas em função da profundidade.
1 2 3
GROUND PENETRATING RADAR (GPR)
No GPR um pulso eletromagnético é irradiado para o interior do solo através de uma antena transmissora, com parte da energia refletida retornando para a superfície, captada por uma antena receptora. O sinal pré-processado é armazenado na unidade de controle.
A maioria dos sistemas operam com frequências que variam de 16 a 2000 MHz. A resposta do GPR em cada ponto do terreno é representada por um traço, que reflete a resposta da propagação da onda eletromagnética no subsolo.
A frequência da antena de levantamento é selecionada para fornecer a melhor relação entre penetração e resolução da onda.
1 2 3 4 5 6 7 8
GRAVIMETRIA
O método gravimétrico baseia-se na determinação das variações do campo gravitacional resultante das diferenças de densidade entre os diversos tipos de rochas. 
As medidas são efetuadas utilizando-se gravímetros, e requer alta precisão, pois as variações nos valores da aceleração da gravidade ocasionadas pela mudança de densidade das rochas são muito pequenas.
A interpretação da anomalia gravimétrica consiste em determinar a diferença de densidade entre os diferentes tipos de rochas ou de uma estrutura geológica. Os resultados de um levantamento gravimétrico geralmente são apresentados na forma de mapas e perfis, e posteriormente, podem ser submetidos a processos de inversão.
1 2 3 4 5 6
MÉTODOS SÍSMICOS
O método sísmico baseia-se na emissão de ondas geradas, artificialmente ou naturalmente, através  de impactos e/ou explosões. A velocidade de propagação da onda depende da densidade e da propriedade elástica de cada rocha.
Os dados de campo de um levantamento sísmico são apresentados na forma de sismogramas. O tratamento e processamento destas informações permitem que sejam criados gráficos de distância x tempo e calculadas as velocidades dos diferentes meios investigados. O produto final do levantamento sísmico, através da técnica da refração, permite a construção de modelos de distancia x profundidade x velocidade de cada substrato atravessado.
1 2 3 4 5
MAGNETOMETRIA
A magnetometria é um método geofísico muito utilizado nas áreas de mineração e mapeamento geológico baseando-se na leitura, realizada através de magnetômetros, das variações do campo geomagnético. Para isolar a componente do campo geomagnético devido a corpos magnetizados em subsuperfície, é necessário que sejam eliminados os efeitos das variações seculares e diurna.
O resultado final do método magnético é de fornecer informações quantitativas sobre a fonte causadora da anomalia, ou seja, permitirem a confecção de um modelo geológico, este método geralmente é analisado em conjunto com os métodos gravimétrico e radiométrico.
1 2 3
POLARIZAÇÃO INDUZIDA
Quando introduzimos no solo uma corrente elétrica e a mesma é interrompida, observa-se que o campo elétrico criado por esta corrente não desaparece bruscamente, mas sim de uma maneira lenta. O efeito IP na pratica é a medida da variação da voltagem criada por uma corrente após ser aplicada ao solo, em função do tempo (TD) ou frequência (FD).
Os fenomenos fisicos-quimicos que podem explicar o fenomeno IP são extremamente complexos, mas existem duas origens possíveis para este efeito. Na prática o parametro resultante das medidas de IP no Domínio do Tempo é a Cargabilidade Aparente.
1 2 3
VERY LOW FREQUENCY (VLF)
O VLF é um método de prospecção geofísica que utiliza correntes elétricas geradas a partir de campos eletromagnéticos emitidos por ondas não moduladas, transmitidas por antenas espalhadas ao redor do mundo para fins de comunicação militar.
Quando um campo eletromagnético gerado a partir de um transmissor atinge um corpo condutor, provoca o aparecimento de correntes elétricas secundárias induzidas que, por sua vez, criam campos eletromagnéticos secundários que são medidos nos receptores VLF.
1 2 3 4 5 6
MAPEAMENTO GEOLÓGICO/GEOTÉCNICO
O mapeamento geológico/estrutural tem como objetivo caracterizar a área identificando as principais unidades geológicas e estruturais aflorantes.
O mapeamento geológico-geotécnico, por sua vez, consiste de uma análise integrada da geologia com as características físicas de processos que ocorrem na superfície e subsuperfície (trincas, fissuras, abatimentos, etc...), com o intuito de identificar e hierarquizar os processos (naturais ou induzidos) que ocasionam a instabilidade do terreno, auxiliando a tomada de decisão no momento de uma intervenção.
O resultado é apresentado na forma de mapas e perfis, acompanhados de relatório técnico com documentação fotográfica.
1 2 3
SONDAGEM ROTATIVA
A Sondagem Rotativa é um método para investigação de solos e rochas cuja perfuração é realizada através de um conjunto motomecanizado (sonda rotativa).
A perfuração é feita por forças de penetração e rotação que, conjugadas, atuam com poder cortante. Obtêm-se amostras contínuas e cilíndricas de materiais rochosos, os quais são armazenados em caixas padrão para posterior classificação geológico-geotécnica, feita por um geólogo especializado.
1
SONDAGEM A PERCUSSÃO
É um método de investigação de solos cuja perfuração é feita com a utilização de um trado ou de um trépano de lavagem. O objetivo desta sondagem é obter amostras de solos, suas profundidades de ocorrência e seus índices de resistência à penetração, determinar a posição do nível d’água quando existente, além de permitir a realização de diferentes ensaios in situ, como Standart Penetration Test (SPT); Torquímetro (SPTt) ; Vane Test – Ensaio da Palheta, Ensaios de Permeabilidade, entre outros.
O SPT é o ensaio pelo qual se determina o índice de resistência solo à penetração (N), regulamentado pela norma ABNT 6484, feito usualmente com a sondagem a percussão.
1 2 3 4 5
SONDAGEM A TRADO
É um método para investigação de solos cuja perfuração é executada com utilização de um trado. Permite a obtenção de amostras e a determinação da espessura dos horizontes dos solos, além da posição do nível d’água, quando encontrado. A caracterização dos materiais é realizada considerando-se os aspectos geológicos regionais, a análise táctil-visual executada por profissional habilitado e os dados coletados no local.
1
SONDAGEM PDL (Penetrômetro Dinâmico Leve)
A Sondagem PDL tem por finalidade definir a espessura de camadas e a determinação do volume de materiais de baixa resistência (solos compressíveis). São executadas através da cravação de hastes rígidas, verticalmente, por processo estritamente manual. A descrição do material do subsolo, executada por profissional qualificado, só é possível ser realizada quando ocorrer material aderido na ponta inferior da haste.
POÇOS DE INSPEÇÃO/TRINCHEIRA
Trincheiras e poços de inspeção são executados com a finalidade de permitir o acesso de um observador para a inspeção e o mapeamento das paredes e fundo do poço, além de possibilitar a obtenção de amostras representativas, deformadas e indeformadas de solo.
1 2 3
COLETA DE AMOSTRAS
De grande relevância na prospecção geotécnica, a amostragem permite determinar a composição e estrutura dos constituintes do sobsolo e a obtenção de corpos de prova para a execução de ensaios de laboratório.
• Amostras Deformadas: Não conservam as estruturas originais; permitem a caracterização do solo e moldagem de corpos de prova compactados.
• Amostras Indeformadas: Conservam ao máximo a estrutura, a densidade e a umidade originais, permitindo avaliar o comportamento dos solos in situ. Podem ser coletadas junto ou próximas à superfície (cilindros, anéis biselados ou blocos) ou em profundidade, com utilização de amostradores desenvolvidos para esta finalidade (Shelby, Osterberg ou Denison).
1 2 3
LEVANTAMENTO DE TRAVESSIAS
Estudos de travessias requerem uma vasta quantidade de informações e geralmente são realizados em duas situações, durante a implantação de um novo empreendimento ou durante a sua manutenção, por se tratarem de obras complexas necessitam de cuidados e monitoramento para que sejam asseguradas as suas condições de projeto e preservação.
As atividades que compõem um estudo de travessia de rios são: Estudos hidrológicos; Estudos geotécnicos de estabilidade de taludes; Levantamento topográfico; Levantamento batimétrico; Levantamentos geofísicos (Eletrorresistividade, Sísmica de refração, SBP – Sub Bottom Profile, GPR); e mergulho em aguas rasas para a inspeção de dutos.
1 2 3 4 5 6

1 2 3 4 5 6 7
DRENOS PROFUNDOS
Os Drenos Horizontais Profundos (DHP’s) ou Drenos Sub-horizontais Profundos (DSP’s) são amplamente utilizados em obras de geotecnia, representam uma das opções mais econômicas para o incremento do coeficiente de segurança em talude. São dispositivos de drenagem subterrânea, constituídos por tubos e filtros de PVC, instalados após perfuração do solo e rocha, com orientação horizontal e/ou sub-horizontal. A função dos drenos é retirar o excesso das águas no solo, garantindo o controle do nível freático do substrato local e neutralizar as pressões no interior do maciço, aumentando sua estabilidade.
1 2
PIEZÔMETROS
Podem ser instalados em furos de sondagem, são utilizados para determinar a pressão do lençol freático em uma determinada camada do substrato.  São instrumentos de alta durabilidade e confiabilidade.
1
INSTRUMENTAÇÃO GEOTÉCNICA
A instrumentação e o Monitoramento Geotécnico são fundamentais tendo em vista a necessidade de se conhecer e acompanhar as deformações sofridas pelo maciço provocadas por sobrecargas ou pelas próprias condições do meio. A instrumentação permite monitorar e quantificar a dinâmica do maciço através do controle dos recalques e deslocamentos, assim como prever possíveis impactos decorrentes da execução de obras de engenharia.
A Geopesquisa trata os serviços de instrumentação com seriedade e competência, com treinamento contínuo de suas equipes e utilização de equipamentos de ponta.
INDICADOR DE NÍVEL D'AGUA
Utilizado para determinar a posição e a variação do nível freático livre.
INCLINÔMETRO
Utilizado para monitoramento de deformações do solo, caracterizadas por deslocamentos horizontais ao longo de uma referência vertical.
1
MARCO DE SUPERFICIAL
Instalado próximo à superfície, é utilizado para o monitoramento de movimentos verticais do terreno, monitorado diariamente através de leituras realizadas com estação total.
1
PINO DE RECALQUE
Consiste de um corpo cilíndrico com rosca na qual se acopla a base para leitura, é utilizado para controle de movimentos verticais em edificações.
REFERÊNCIA DE NÍVEL PROFUNDO
Instalada em terreno seguramente estável e fora da área de influência de qualquer movimento do maciço, é utilizado como referência para todas as leituras de deslocamentos.
1
TOPOGRAFIA
O levantamento topografico é uma representação planimétrica e/ou altimétrica de pontos notáveis, acidentes geográficos e outros pormenores de relevo de uma porção de terreno.
A aquisição dos pontos necessários a esta representação é realizada a partir de pontos de coordenadas geográficas (Lat/Long) ou UTM (N/E) conhecidos, através de marcos topográficos implantados pelo IBGE ou rastreados através de sistemas de posicionamento DGPS (Differential .Global Positioning System), que utiliza uma rede de estações terrestres fixas para transmitirem as diferenças entre as posições indicadas por satélites e as posições fixas conhecidas via rádio UHF (RTK) ou NTRIP (GSM).
1 2 3
BATIMETRIA
A Batimetria é um levantamento que se baseia na medição do tempo decorrido entre a emissão de um pulso de frequência conhecida e a recepção do mesmo sinal após ser refletido pelo fundo do mar ou de um rio.
A aquisição de um ponto de leitura é rápida e requer frações de segundos para ser obtida.O levantamento pode ser realizado utilizando uma embarcação não tripulada ou uma embarcação tripulada.
O levantamento batimétrico é um recurso muito utilizado por empresas de mineração, hidroelétricas e projetos de engenharia na construção de pontes sobre rios e reservatórios tais como barragens.
1 2 3 4 5
ECONOMIA MINERAL
Elaboração de planos de aproveitamento econômico (PAE), de avaliação econômica de empreendimentos e demais estudos voltados à exploração econômica de um bem mineral.
PESQUISA MINERAL
Representam as atividades essenciais para a implantação de empreendimentos minerários, permitem o aproveitamento racional e o gerenciamento das operações da jazida, resultando em preços mais competitivos e resultados mais lucrativos.
Etapas de trabalho: cálculo de reservas, fotogeologia e sensoriamento remoto, caracterização tecnológica dos minérios, geoprocessamento, mapeamento geológico, modelagem numérica, planejamento e execução de sondagens e prospecção de jazidas e avaliação do potencial mineral de áreas.
REGULARIZAÇÃO DE JAZIDAS E EMP. DE MINERAÇÃO
Acompanhamento de processos e estudo de áreas junto ao DNPM, assessoria nos processos de cessão, transferência, requerimento e obtenção de direitos minerários e em gestão de direitos minerários.
AUDITORIA AMBIENTAL
A existência de passivo ambiental pode inviabilizar empreendimentos. A avaliação do potencial de contaminação de um empreendimento é fator preponderante na implantação e desenvolvimento de negócios ambientalmente sustentáveis.
A auditoria ambiental, além de contribuir para salva guardar o meio avalia o cumprimento de diretrizes, o que incluiria o atendimento da exigências de órgãos reguladores e normas aplicáveis.
As Auditorias Ambientais são consideradas instrumentos voluntários de gestão ambiental que permitem verificar a compatibilidade da atividade empresarial com a melhoria constante dos padrões ambientais.
1
CONTROLE E REMEDIÇÃO
Tendo por base dados e conclusões do diagnóstico ambiental, análise de risco ambiental e de viabilidade técnica-econômica, são projetados, implantados e operados sistemas de controle e remediação de passivos ambientais
1
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL E HIDROGEOLÓGICO
Configura-se como a base fundamental dos estudos ambientais integrantes do licenciamento ambiental, consistindo da identificação e apresentação das características dos compartimentos ambientais da área de influência do empreendimento em estudo, a fim de propiciar o conhecimento da dinâmica das características físicas, bióticas e antrópicas e suas interações e inter-relações.
O principal objetivo da elaboração do diagnóstico ambiental é obter subsídios para a avaliação dos impactos (aéreos, superficiais e subterrâneos) gerados pelo empreendimento e estabelecer medidas preventivas e corretivas de preservação ambiental, para a fase de implantação, operação e desativação do empreendimento.
1 2 3 4
ESTUDOS AMBIENTAIS
Para a implantação de empreendimentos é necessário obter licenças e realizar Estudos Ambientais que comprovem sua viabilidade econômica, social e ambiental.
A Licença Prévia (LP) é concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou da atividade.
A LI - Licença de Implantação autoriza o início da instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações, programas e projetos executivos aprovados e apresentados em conjunto com os relatórios ambientais.
A LO – Licença de Operação autoriza a operação da atividade, obra ou empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento das exigências das licenças anteriores (LP e LI), bem como do adequado funcionamento das medidas de controle ambiental e demais condicionantes determinados para a operação.
1 2 3
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
A gestão de resíduos é efetuada com base nos conceitos de minimização, reaproveitamento e disposição final adequada vinculada à gestão ambiental. Para que estes conceitos possam ser aplicados é necessário utilizar metodologias já existentes e inovadoras que possibilitem transformar resíduos em subprodutos rentáveis ou destruí-los totalmente diminuindo também as responsabilidades associadas sobre o mesmo.
1 2
IDENTIFICAÇÃO AMBIENTAL
A identificação dos passivos existentes numa indústria ou empreendimento é fundamental para programar e realizar um estudo de diagnóstico completo.
Esta atividade deverá nortear os estudos a serem realizados bem como determinar as análises e os processos que poderão ser empregados na área, possibilitando ajustar e determinar qual ou quais as melhores técnicas de recuperação a serem empregadas na área.
1 2 3 4
MONITORAMENTO AMBIENTAL
Durante a fase de diagnósticos são realizados furos que possibilitam a coleta de amostras de solo e agua subterrânea para determinar a extensão da área atingida pelo contaminante, na maioria das vezes os pontos de sondagens são aproveitados e utilizados após a sua instalação como poços de monitoramento.
O monitoramento ambiental é fundamental na fase de remediação e recuperação de áreas atingidas e classificadas como contaminadas, pois através deles pode-se avaliar a eficácia dos processos de recuperação/remedição empregados na área, quando os contaminantes estão dispersos no solo e na água subterrânea.
1 2 3 4
ENSAIO DE INFILTRAÇÃO
O Ensaio de Infiltração, usualmente executado em sondagens a percussão, tem como finalidade a determinação do coeficiente de permeabilidade (k), do solo.
Consiste na medida da vazão, representada pelo volume d’água absorvido ou retirado, durante um intervalo de tempo, em função da aplicação de diferenciais de pressão induzida por coluna d’água, resultante da injeção ou retirada de água do furo.
1
ENSAIO DE PALHETA (Vane Test)
É empregado para a determinação da resistência ao cisalhamento não drenada de solos, é normatizada pela norma ABNT NBR 10905/89. Consiste na cravação estática de uma palheta de aço, com seção cruciforme (de dimensões padronizadas), no trecho definido para a execução do ensaio e aplicação de torque necessário para cisalhar o solo por rotação, em condições não drenadas. Fornece um gráfico de torque em função da rotação, as resistências não drenadas nas condições amolgadas e naturais e a sensibilidade da estrutura das argilas.
ENSAIO DE PERDA D´ÁGUA
O Ensaio de Perda D’água sob pressão, usualmente realizado em maciços rochosos através de furos de sondagens, permite determinar a permeabilidade e o comportamento do maciço frente a percolação de água através de fissuras.  Consiste de injeção de água sob pressão, num certo trecho do furo e na medida da quantidade de água absorvida pelo maciço durante um certo tempo, a uma dada pressão de injeção. O ensaio deve ser realizado para vários estágios de pressão.
ENSAIO SPT-T
O ensaio SPT-T (Standard Penetrations Test wich Torque Measurement) é executado em furos de sondagens, após a cravação do amostrador padrão (norma ABNT 6484/2001) e com utilização de um torquímetro, utilizado como braço de alavanca e mantido na posição vertical. É aplicada uma torção na haste de perfuração, obtendo-se o momento de torção máximo (torque máximo) necessário à rotação do amostrador, que define a tensão de atrito lateral (fs máxima) e o torque residual (fs residual), que define a tensão de atrito lateral mínima. Usado em obras de médio e grande porte, para determinação do atrito lateral de fundações profundas.